sábado, 17 de agosto de 2013

MOTIVAÇÃO

     Se você não tem alguém que te motive, então se motive. Seja seu próprio incentivador. Todos os vencedores são auto motivados. evidio@bol.com.br

sábado, 10 de agosto de 2013

IMAGENS MENTAIS




                        Evidio Zimmer – evidio@bol.com.br
            Na última coluna eu falei sobre as frases positivas. Citei o autor Harvey Spencer Levis que contestava as afirmações, dizendo que elas não davam resultado. Eu afirmo que mesmo não resultando em frutos, nos ajudam a ter uma mente positiva e por isso hoje vou falar sobre as imagens mentais, estas sim dão resultado, isso porque nos induzem a emoção.
            O autor T. Hary Eker, autor do livro O SUCESSO DA MENTE MILIONÁRIA diz que tanto as afirmações tanto quanto as imagens são ferramentas valiosas, mas que nenhuma delas substitui a ação. Isso é verdade, mas se eu for mentalizando um final feliz e me ver sorrindo, comemorando a conquista, as chances de conseguir serão muito maiores do que se eu ficar com a mente vazia ou pensar em coisas ruins. Para exemplificar vou transcrever um trecho do seu livro, assim os leitores poderão entender melhor o que estou dizendo.
     “Milhões de pessoas “pensam” em ficar ricas e milhares delas fazem meditação e declarações com esse objetivo, além de visualizarem a riqueza que querem conquistar. Eu medito quase todos os dias. Mas nunca aconteceu de eu estar sentado meditando ou fazendo uma visualização e cair um saco de dinheiro na minha cabeça. Acredito que sou apenas um dos infelizes que têm que fazer alguma coisa para ter sucesso.
     A meditação, a visualização e as declarações são ferramentas maravilhosas, mas, até onde sei, nenhuma delas por si só lhe proporcionará dinheiro no mundo real. Você tem que tomar medidas concretas para vencer. E por que a ação é tão decisiva?
     Retornando ao Processo de Manifestação, veja o caso dos pensamentos e sentimentos: eles fazem parte do mundo interior ou do exterior? Do mundo interior. Agora os resultados: eles fazem parte do mundo interior ou exterior? Do mundo exterior. Isso quer dizer que a ação e a “ponte” entre esses dois mundos. É por isso que só meditar e visualizar não dará certo.”        
       
            Na verdade as imagens mexem mais com a gente do que os pensamentos. Quando estamos com medo de que algo ruim nos aconteça, quase sempre nos apavoramos e conseguimos ver mentalmente a “tragédia” acontecendo. Podemos nos ver mentalmente derrotado ou deprimido, mas quando queremos algo positivo, além de não impregnarmos a mesma força, dificilmente nos vimos vitoriosos, apenas pensamos na vitória. É por isso que precisamos fiscalizar nossos pensamentos e tomar todo cuidado para evitarmos produzir emoções negativas porque as emoções se transformam em imagens e aí as chances de acontecer algo ruim aumentam.
            Quando eu quero conseguir alguma coisa, primeiro defino exatamente o que realmente quero conseguir. Depois tento reunir o máximo de informações a respeito do “objeto” do meu desejo e aí parto para as visualizações. Depois de praticar por alguns dias normalmente encontro um caminho para seguir e quase sempre dá certo. Nas poucas vezes que não deu certo, no meio do caminho percebi que não era exatamente isso que eu queria e descobri que lá no fundo do meu inconsciente eu não desejava o que mentalizada.
            Sempre que isso me acontece reconheço meu erro e redireciono meus desejos e começo novamente. Sei que é difícil persistir, mas não existe vencedor que ganhou desanimando e desistindo, portanto, ânimo. Não se deixe abater pelas circunstancias da vida.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

OS PRIMEIROS SINAIS DA DEPRESSÃO



artigo retirado da internet
A depressão que dói no corpo
Dor de barriga, nas têmporas, nas costas, esses podem ser os primeiríssimos sinais de que alguém está prestes a mergulhar de cabeça em um quadro depressivo, alertam os médicos por CÉSAR KURT
design EDER REDDER
fotos FLÁVIO DEMARCHI
Há boas chances de um sintoma físico aparecer muito antes de a tristeza profunda ficar estampada na cara da vítima de depressão e ela não conseguir mais esconder sua perda de interesse pelo mundo exterior. Hoje os cientistas sabem: o quadro depressivo tende a emergir na forma dos mais diversos tipos de dor no corpo. E não confunda isso com um processo de somatização, em que distúrbios emocionais produzem mal-estar orgânico. Nada disso. Não se trata de algo como uma sugestão da mente entristecida sobre o organismo. "Trata-se, sim, de um fenômeno eminentemente bioquímico", põe os pingos nos is Renato Sabbatini, neurofisiologista da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, que fica no interior paulista.

"Os circuitos que a depressão ativa são íntimos de regiões do sistema nervoso, inclusive o autônomo, que comanda o funcionamento dos órgãos", explica Sabbatini. Ricardo Alberto Moreno, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, emenda: "Cerca de 60% dos casos da doença são associados a males orgânicos, a maioria deles acompanhada de dor".

De que maneira uma alteração na massa cinzenta repercute no corpo e, ao mesmo tempo, interfere na alegria de viver? Os cientistas apontam o dedo acusador para o mau funcionamento da serotonina, da noradrenalina e da dopamina. O trio de neurotransmissores, fundamental na regulação do humor, circularia com menos eficiência entre os neurônios de um deprimido e isso dificultaria a transmissão de milhares de mensagens químicas. E aí, em um efeito dominó, outras falhas de comunicação apareceriam. "A ausência dessas substâncias prejudica diversas áreas, inclusive as responsáveis por inibir dores", explica Telma Gonçalves de Andrade, especialista em psicofisiologia da Universidade Estadual Paulista, a Unesp, em Assis, também no interior de São Paulo.

O sistema imunológico é outro afetado. "Os deprimidos correm um risco três ou quatro vezes maior de adoecer", conta Sabbatini. Também pode acontecer de uma série de doenças aproveitar a brecha criada pelos neurotransmissores. Ou seja, quem de repente passa a ficar doente com muita freqüência não deve se conformar com a velha explicação: ah, isso é estresse. É preciso refletir se não existe algo mais profundo (e tristonho) por trás.
O sono é mais um que acusa prejuízos quando o cérebro está deprimido. Sabe-se que a ausência de serotonina atrapalha o adormecer, mas esse não é o único ponto. O desbalanceamento químico por trás do transtorno emocional afeta todo o ciclo circadiano, ou seja, o relógio que regula o funcionamento do organismo ao longo das 24 horas. Assim, a pessoa perde a sincronia com o meio ambiente, afetando a quantidade e, principalmente, a qualidade das horas dormidas.

Os médicos querem divulgar cada vez mais aos leigos e aos próprios colegas que nem sempre melancolia é depressão. "Tristezas fazem parte da vida", lembra Sabbatini. Ao mesmo tempo, nem sempre a depressão se enquadra no retrato da pessoa arrasada, trancafiada no quarto, muda... Ela pode estar escamoteada nos tais sintomas físicos - em casos raros, a angústia nem chega a brotar, só as dores do corpo é que afloram e ficam sem alívio até a cabeça ser tratada. Com antidepressivos ou tratamento clínico.

No mês passado, a Associação Brasileira de Familiares Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata), em parceria com o Instituto Ibope, promoveu na capital paulista a pesquisa "Investigando a Depressão". O intuito, mais do que mapear a prevalência do mal na cidade, é verificar por meio de questionários a porcentagem de indivíduos provavelmente deprimidos que relatam dores físicas. E, deles, quantos estão longe de ligar o malestar à enfermidade da mente. A depressão já ocupa o quarto lugar no ranking das causas globais de incapacidade. Até 2020 deverá ser a segunda. Por isso, a idéia é rastrear a população e descobrir onde estão suas próximas vítimas - antes que deixem de sair de casa, trabalhar, conviver com a família e os amigos.

Além de remédios, os especialistas apostam na psicoterapia - seja a cognitiva comportamental, que estimula o deprimido a deixar de lado pensamentos destrutivos, seja a interpessoal, que identifica situações de conflito para aprimorar a capacidade de o paciente interagir e aliviar o abatimento. "Estudos de neuroimagem comprovam que a
eficácia desses tratamentos é similar à dos remédios", revela Helena Maria Calil, professora titular de psicofarmacologia da Universidade Federal de São Paulo e presidente da Abrata. Quando a depressão é tratada corretamente, diga-se, o ânimo volta e as dores, onde estiverem, esvaecem.

BEM VINDO

BEM VINDO ao meu novo blog. Por enquanto não tenho conteúdo, por isso peço que o leitor consulte o meu outro blog www.folhacosmica.blogspot.com  enquanto eu não postar nada nesse, mas o farei em breve. Também você pode mandar-me um e-mail pelo endereço evidio@bol.com.br que eu prometo responder.